Celso Ferrara


Acesse meu novo blog com o endereço abaixo.

http://pedalaferrara.blogspot.com.br/



Escrito por OZZY às 10h03
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Vista do Sítio

 



Escrito por OZZY às 19h46
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Ciclismo do Palmeiras

A sociedade Esportiva Palmeiras teve equipe de ciclismo patrocinada pelas malhas ALCATEX. A foto é de 1980. Da esquerda para a direita, o segundo ciclista foi o treinador da época. Miguel Duarte Campeão Paulista, Brasileiro e Internacional.

A reportagem é de 1980. Informa que a equipe de ciclismo da S.E. Palmeiras renovou contrato com a empresa Malhas ALCATEX e que participou de todas as provas daquele ano em várias cidades do estado, bem como da Internacional Nove de Julho, Prova da Independência e Taça Brasil, sempre com bons resultados.

A categoria Principal foi criada em 1980, ciclistas: Miguel Duarte e Edson Leite Cavalcante da seleção Paulista campeã Brasileira de 1979.

 

 

 

A foto a seguir mostra outra equipe. Sempre as malhas ALCATEX patrocinando o ciclismo do Palmeiras.

 

Fotos históricas do Departamento de Ciclismo da Sociedade Esportiva Palmeiras (1947).

 

 



Escrito por OZZY às 21h35
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Paiol e Chiqueiro de Francisco - Sertão mineiro



Escrito por OZZY às 15h06
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Pedalada em Juquitiba - Julho de 2010

PEDALADA EM JUQUITIBA

JULHO DE 2010

 

Sexta feira, dia 30 de julho de 2010. Tenho dedicado um dia da semana para o sítio de Juquitiba. Está ficando legal.

 

 

Vista da área destinada para o “SPA”. Dá pra relaxar e recuperar as calorias pós pedalada nos morros de Juquitiba.

 

Vamos lá. O negócio é pedalar. A foto a seguir mostra um lugar bem pitoresco e religioso. Chamam de Cruzeiro.

 

Dá uma olhada o que encontrei entre os diversos santos, terços, fotos, crucifixos e demais petrechos religiosos. No canto direito e inferior da foto, pode-se observar a saída de uma colméia de abelhas Jataí (Tetragonista angustula). Espécie de abelha nativa e ou indígena. É um tipo de abelha que não possui ferrão. A cultura deste tipo de abelha se chama meliponário e o mel tem propriedades medicinais.

 

Eu já sabia que o mel é muito bom pra saúde. Este é realmente um santo remédio.

Dá pra ver a abelha saindo pela porta da colméia instalada em meio aos santos.

 

 

A região do município de Juquitiba é muito bonita, vale um passeio de magrela (bicicleta).

 

 

No entanto, vou logo avisando. É um tal de sobe desce que não acaba mais.

Alias prece que mais sobe do que desce.

 

 

Fica o recado. Vamos nos movimentar.

Um passeio deste tipo, num lugar bonito, bem acompanhado, sem correria, com muita água pode ser uma atividade bem agradável e saudável.

 

 



Escrito por OZZY às 20h06
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Entregas de bicicleta

Bike courier

11 5549-6422

R. Joaquim Távora, 128 - Vila Mariana

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R. Doutor Ignácio Proença de Gouveia, 777 Casa Verde

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11 5514-0876 / 7665-4915

R. Humberto de Almeida, 534 - Chácara Santana

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Escrito por OZZY às 19h54
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OLAVO BIKERS

 OLAVO BIKERS - domingão dia 25/julho/2010

Todos os domingos e feriados, às 9hs30min, na frente da FNAC Pinheiros

VAI QUEM QUER, VOLTA QUEM PODE

http://olavobikers.blogspot.com/

 



Escrito por OZZY às 19h43
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biciletas antigas

Você gosta de bicicleta?

Então dá uma olhada em www.bicicletasantigas.com.br

 



Escrito por OZZY às 18h17
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Vai faltar árvore no mercado?

 Vai faltar árvore no mercado?

Fonte: IstoÉ – Tecnologia e Meio Ambiente

Ambiente Sustentável N° Edição:  2107 de 27.Mar

Para especialistas, projetos de compensação ambiental no País podem entrar em crise com a escassez de mudas de espécies nativas

Wilson Aquino

 

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“A prioridade é para espécies nativas, mas algumas importadas podem ser aceitas”
Murilo Bustamante, promotor do Meio Ambiente do Ministério Público do Rio de Janeiro

O cenário não poderia ser mais favorável: há dinheiro, vontade e mão de obra capacitada para promover uma grande recuperação das florestas nativas brasileiras no rastro das ecologicamente corretas compensações ambientais. No entanto, especialistas na flora nacional estão preocupados, e não otimistas, porque a falta de matéria-prima pode comprometer os projetos de reflorestamento previstos para os próximos anos no País. Técnicos do governo e produtores que atuam no segmento verde alertam que a produção de mudas de espécies brasileiras não será suficiente para atender à demanda que se desenha. E, na falta de espécies nacionais, as árvores exóticas (naturais de outros países) podem ocupar o lugar da flora nacional. “A prioridade nos reflorestamentos é para as espécies nativas, mas algumas exóticas podem ser aceitas, caso o plantio seja aprovado pelos órgãos ambientais”, afirma o promotor Murilo Bustamante, da Promotoria do Meio Ambiente do Ministério Público do Rio de Janeiro. Se o reflorestamento fosse importante apenas para o controle das emissões de gases do efeito estufa, a origem da árvore não interessaria tanto. “Ela precisa apenas ter potencial para sequestrar e manter o carbono”, explica o coordenador de recuperação ambiental do município do Rio, Marcelo Hudson. “Mas, se pensarmos em biodiversidade, temos de obedecer às regras da natureza.

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COMPENSAÇÃO
Obras da CSA obrigarão a companhia a plantar centenas de árvores

A introdução de árvores de outros biomas pode causar distúrbios tanto na fauna quanto no solo do ecossistema”, completa Hudson, que comanda um projeto que em 20 anos plantou cerca de cinco milhões de mudas nativas na cidade. A falta de um programa específico para fomentar a produção de mudas nativas é um dos problemas que vieram à tona com a demanda ocasionada pelo aquecimento global. Ecologistas estimam entre 170 milhões e 200 milhões de hectares a área de florestas destruída que pode ser recuperada, mas a quantidade de mudas nativas produzidas no País é um mistério.De acordo com o Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem), do Ministério da Agricultura, existem 3.641 produtores de mudas no Brasil. Entretanto ninguém sabe quantos deles se dedicam às espécies nacionais. A Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem) também não tem dados sobre os que semeiam mudas nativas. Os mais otimistas arriscam o número de 15 milhões por ano. Como cada hectare comporta entre 800 e 1.200 mudas, o déficit torna-se expressivo. “Entre 60% e 70% dos municípios brasileiros são desprovidos de viveiros. E os que existem são dedicados à arborização urbana”, adverte o engenheiro florestal Luiz Carlos Sérvulo de Aquino, do Ministério do Meio Ambiente. Entre as grandes obras que vão exigir compensações ambientais, apenas no Estado do Rio de Janeiro, estão a construção do parque industrial da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), a implantação do trem- bala e o arco rodoviário.

img1.jpg

Os investimentos estão na casa dos bilhões, sendo que a legislação ambiental determina que meio por cento do custo das obras seja aplicado em compensações ambientais. “Certamente, teremos um boom de projetos de reflorestamento no Rio e em outros Estados, sem que a produção de mudas consiga acompanhar essa demanda”, alerta o engenheiro florestal Marcelo de Carvalho Silva, dono da Biovert, empresa fluminense que produz e comercializa mudas e sementes do sistema vegetal atlântico. Segundo Silva, a Biovert, que tem capacidade de produção de até três milhões de mudas por ano, está se preparando para dobrar a produção até 2012 e triplicá-la até 2014, de olho nos reflorestamentos resultantes de compensações ambientais. Alguns órgãos do governo anunciam esforços para resolver o problema. Mas as iniciativas ainda são tímidas e demonstram o descaso com que a flora nativa foi tratada ao longo dos anos. O Ministério do Meio Ambiente, por exemplo, somente agora está elaborando com técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) uma lista de espécies potencialmente aptas tanto para os plantios imediatos de áreas degradadas quanto para o aperfeiçoamento das pesquisas.

G_Reflorestamento.jpg

Vão fazer o que foi feito com espécies exóticas, como pinus e eucalipto (que abastecem o setor de papel e celulose, a siderurgia e a indústria moveleira), a partir da década de 60 e que tornou o Brasil líder mundial de produtividade e de conhecimento acumulado nesses gêneros. O chefe do departamento de políticas e estudos de meio ambiente do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), Márcio Macedo, disse que o órgão tem um leque de opções de financiamento para recuperação florestal, mas reconhece que não há linhas de crédito específicas para a ampliação de viveiros de mudas nativas. “Compartilhamos dessa preocupação, mas estamos em estágio incipiente. Afinal, essa demanda nunca esteve tão evidente”, afirma Macedo. Mas a lição é simples: para recuperar nossas florestas e conservar nosso ecossistema, o mercado de mudas nativas tem de florescer.

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“Teremos um boom de reflorestamento, sem que a produção de mudas acompanhe a demanda”
Marcelo de Carvalho Silva, engenheiro florestal



Escrito por OZZY às 16h13
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GOVERNO PAULISTA ESTUDA MUDANÇAS PARA OS SISTEMAS DE LICENCIAMENTO

GOVERNO PAULISTA ESTUDA MUDANÇAS PARA OS SISTEMAS DE LICENCIAMENTO

http://www.sbs.org.br/detalhes_dia.php?ok=3&id=2254

 

Para destravar investimentos industriais e atender à crescente demanda na economia aquecida, o governo de São Paulo aprovará nas próximas semanas uma reforma no sistema de licenciamento ambiental. "Estimamos reduzir em 30% o tempo dos processos mais complexos", revela Fernando Rei, presidente da Cetesb, a agência ambiental paulista. O primeiro passo para simplificar a licença aconteceu no ano passado, com a criação do Licenciamento Ambiental Unificado, para centralizar a análise dos projetos que antes passavam pelo crivo de quatro órgãos estaduais. "Com os novos procedimentos, poderemos dedicar mais atenção aos projetos maiores de grande impacto, melhorando a qualidade e eficiência do licenciamento". Nas obras menores e de impacto praticamente nulo, a licença, que antes demorava até 30 dias, será instantânea, com preenchimento de formulário eletrônico on-line. Cerca de 25% da demanda por licenciamento enquadra-se nessa categoria. No caso de projetos pequenos e médios, mas com condicionantes ambientais, a demora depende do grau de riscos, podendo chegar a três meses. Na terceira categoria, relativa a empreendimentos de grande envergadura que exigem licença prévia, de instalação e de operação, o prazo, que chegava um ano e meio, encurtou para 12 meses. "Ganharemos tempo para melhorar o planejamento e buscar soluções para passivos já gerados", afirma Rei.Uma das providências foi ampliar o processo de municipalização do licenciamento ambiental para empreendimentos de impacto exclusivamente local, conforme prevê a Constituição, desafogando a estrutura da agência para temas mais complicados. Em todo o Estado, existem 200 mil projetos licenciados. Em 2007, apenas Santo André, na Região Metropolitana, expedia a licença. O trabalho é hoje realizado por 50 municípios, mediante convênio para qualificação dos técnicos. "A questão ambiental entra na agenda política dos prefeitos", afirma Rei.O licenciamento mais rápido e simples contribui para que as indústrias invistam para ir além da conformidade legal e repensem suas práticas como diferencial de mercado. "A reforma era uma antiga reivindicação do setor", afirma Nélson dos Reis, diretor de meio ambiente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Mas há obstáculos: "Apesar das novas medidas, contraditoriamente, surgem resoluções da Secretaria de Meio Ambiente que exigem anuências de diferentes órgãos durante o licenciamento e a realização de estudos sofisticados, o que significa mais demora e custos, além da possibilidade de interferência do Ministério Público." No nível federal, o governo estuda reduzir papéis e simplificar procedimentos. "Planejamos um protocolo único para pedidos de licenciamento, sem a necessidade de dar entrada com documentação em diferentes autarquias", revela Roberto Messias Franco, presidente do Ibama. Ele diz que a Resolução 0186 do Conama sobre licenciamento tem mais de 20 anos e precisa ser modernizada. "Os grandes projetos estruturantes, sob responsabilidade do Ibama, envolvem mais de um Estado e têm amplo impacto". Fonte: Valor, 17.03.2010.


Escrito por OZZY às 18h10
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BIKER BOY

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Escrito por OZZY às 14h15
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Mineradoras terão de recuperar vegetação, em São Paulo

09/11/2009 - 12h11
Mineradoras terão de recuperar vegetação, em São Paulo

Por Fábio de Castro, da Agência Fapesp

 

Agência FAPESP – Com base em dados científicos produzidos pelo Programa Biota-FAPESP, a Secretaria de Meio Ambiente (SMA) publicou resolução que amplia as exigências de recuperação de vegetação por parte das mineradoras no Estado de São Paulo.

Os novos critérios, estabelecidos a partir dos mapas “Áreas prioritárias para incremento da conectividade” e “Áreas prioritárias para criação de Unidades de Conservação”, produzidos pelo Biota-FAPESP, passam a valer para todos os novos processos de licenciamento ambiental no setor e para ampliações de atividades de mineração.

A Resolução da SMA 74, publicada no dia 20 de outubro, tem o objetivo de aprimorar as medidas existentes para reduzir os impactos ambientais causados pelo setor de mineração – uma “atividade modificadora do meio ambiente, que pode gerar impactos à paisagem, à topografia e ao solo”, como destaca o texto.

Com a resolução, a emissão das licenças prévias e de instalação de novos empreendimentos de mineração – assim como a ampliação daqueles já existentes – fica condicionada à revegetação de uma área correspondente à área de extração. Mas a escala de área de vegetação varia de acordo com a classificação presente nos mapas do Biota-FAPESP.

O sistema é escalonado. A mineradora que pretender realizar extrações em áreas prioritárias correspondentes às escalas 1 e 2 do mapa deverá reflorestar uma área igual à que for desmatada. Em áreas classificadas como escalas de 3 a 5, a revegetação terá que ocorrer em áreas duas vezes maior que a do empreendimento. Para projetos localizados nas escalas 6 a 8 do mapa, com maior prioridade de conservação, as mineradoras deverão reflorestar área seis vezes maior que a área impactada.

Segundo a assessora da Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN) da SMA, Neide Araujo, a resolução amplia significativamente as medidas necessárias para a mitigação dos impactos ambientais das atividades de mineração.

“A SMA entendeu que havia necessidade de ampliar a mitigação de impactos dessa atividade. A resolução define, portanto, que a revegetação exigida das mineradoras quando elas pedem aprovação de um projeto será proporcional ao tamanho da área a ser degradada”, disse Neide à Agência FAPESP.

De acordo com ela, no entanto, essa proporcionalidade seguirá a importância ambiental, para o Estado de São Paulo, da área degradada pela mineradora. “Era preciso ter um critério objetivo para definir a importância de cada área em termos de conservação. O subsídio para auferir essa importância foi fornecido pelos estudos feitos no âmbito do Biota-FAPESP”, explicou.

O coordenador do Biota-FAPESP, Carlos Alfredo Joly, lembra que, antes da nova resolução com foco nas atividades de mineração, os diversos mapas de áreas prioritárias para conservação e recuperação da biodiversidade produzidos pelo programa resultaram em várias outras aplicações em sustentação de políticas públicas.

“A multiplicação das resoluções, decretos e atos normativos do governo paulista com base nos mapas do Biota-FAPESP decorre da solidez da base de dados e da precisão das ferramentas de ecologia da paisagem utilizadas no projeto que gerou esses mapas. Portanto é de se esperar que por muito tempo os resultados do programa continuem sendo utilizados para aperfeiçoar políticas de conservação e recuperação da biodiversidade paulista”, disse à Agência FAPESP.

Uma das aplicações mais recentes dos mapas produzidos pelo programa consistiu em fornecer dados para a elaboração de um Ato Normativo do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema), que estabelece prioridades de atuação do Ministério Público Estadual no que diz respeito à identificação e repreensão das atividades causadoras de degradação ambiental em território paulista.

Antes disso, os mapas forneceram à Secretaria de Agricultura uma ferramenta para o zoneamento agroambiental para o setor sucroalcooleiro – o primeiro adotado por um Estado a partir de parâmetros hidrográficos, físicos, topográficos e climáticos.

Em 2008, os mapas foram base para uma resolução da Secretaria do Meio Ambiente que determinou que a autorização para supressão de vegetação nativa em território paulista deve se basear no mapa Áreas prioritárias para incremento da Conectividade.

Em 2007, outros três mapas temáticos elaborados com dados obtidos no âmbito do Biota-FAPESP também foram incorporados para subsidiar ações de planejamento, fiscalização e recuperação da biodiversidade pela Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo.

Também em 2007, o programa estabeleceu parceria com a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) para desenvolver ferramentas que garantam a qualidade dos dados gerados pelos sistemas de monitoramento do sistema aquático paulista.

Degradação recuperada

Segundo Joly, a nova resolução da SMA, assim como as outras iniciativas anteriores que tratam da restauração e recuperação de áreas degradadas, remete a um dos principais desafios do Programa Biota-FAPESP nos próximos dez anos.

“A questão da recuperação de áreas degradadas é tão prioritária que foi incorporada ao nome do programa, que passa a ser Caracterização, Conservação, Recuperação e Uso Sustentável da Biodiversidade do Estado de São Paulo”, disse Joly.

De acordo com Joly, que é professor do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o conhecimento disponível atualmente permite a implantação de bons projetos de recuperação da vegetação nativa, inclusive com a preocupação de recuperar a variabilidade genética das espécies arbóreas utilizadas. Mas, em termos da reintrodução de fauna, o conhecimento ainda é incipiente.

“Sem a presença de, por exemplo, dispersores, a dinâmica natural de recrutamento de novos indivíduos das espécies inicialmente plantadas pode ficar seriamente prejudicada e comprometer a longevidade da recuperação florestal implantada. Portanto é imprescindível investir significativamente em pesquisas com este cunho, para podermos, de fato, recuperar a biodiversidade de áreas degradadas”, destacou.

O programa realizará, nos dias 9 e 10 de novembro, na sede da FAPESP, o evento The Biota-FAPESP International Workshop on Applied Ecology and Human Dimensions in Biological Conservation.

O workshop contará com a participação de palestrantes do Brasil e do exterior, que discutirão temas como ecologia histórica, direções em conservação, uso de ferramentas moleculares, ecologia aplicada e perda da diversidade e doenças infecciosas.

Mais informações sobre o evento: www.agencia.fapesp.br/materia/11250

 

 

 

Crédito da imagem: Carlos Alberto - Secom - MG

 

 

 

 


(Envolverde/Agência Fapesp)

 

 



Escrito por OZZY às 18h36
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As 10 maiores florestas do planeta

Veja onde estão localizadas as 10 maiores florestas do planeta:


1. Rússia
Área de florestas 8,5 milhões de km2 -Percentual do país - 49%2.

2 Brasil Área de florestas 5,44 milhões de km2 -Percentual do país - 63%
3. Canadá
Área de florestas 2,45 milhões de km2 -Percentual do país - 24%
4. Estados Unidos
Área de florestas 2,26 milhões de km2 -Percentual do país - 23%
5. China
Área de florestas 1,63 milhões de km2 -Percentual do país - 17%
6. Austrália
Área de florestas 1,54 milhões de km2) - Percentual do país - 20%
7. Congo
Área de florestas 1,35 milhões de km2) -Percentual do país - 57%
8. Indonésia
Área de florestas 1,04 em milhões de km2) - Percentual do país - 54%
9. Angola
Área de florestas 0,69 milhões de km2) -Percentual do país - 55%
10. Peru
Área de florestas 0,65 milhões de km2) -Percentual do país - 50%



Escrito por OZZY às 09h40
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A Figueira



Escrito por OZZY às 18h47
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